Versão

neurologia veterinária · cães e gatos · londrina

Mesmo quando não há cura, existe cuidado.

Convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar, mudança de comportamento. São quatro sinais de uma mesma área, e cada um pede investigação própria. Neurologia veterinária e terapia celular em Londrina e região.

cães e gatos dermatite atópica dermatite atópica dermatite alopecia consulta on-line
Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária, em atendimento no consultório

reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Mesmo quando não há cura

Parte das doenças neurológicas não tem cura, e dizer o contrário seria mentira. Mas não ter cura é muito diferente de não ter o que fazer: dá para controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e devolver qualidade de vida. Cuidado existe sempre.

Convulsão

Um dos quatro sinais clássicos da neurologia. Crise não é diagnóstico, é sinal — e tem investigação própria. Filme se conseguir: o vídeo ajuda muito.

Terapia celular

Um recurso a mais dentro do plano de tratamento, indicado caso a caso e sempre com objetivo definido. Não substitui o diagnóstico nem o tratamento convencional: soma a eles.

Dificuldade para andar

Arrasta a pata, cambaleia, perde força ou não sustenta o traseiro. É o sinal que mais assusta e o que mais tem hora certa de agir.

Dor na coluna não é normal

Grito ao ser pego no colo, costas arqueadas, recusa de escada, tremor. Muita gente acha que é manha ou idade, e é dor — que tem causa e tem tratamento.

Mudanças de comportamento

Ficar parado olhando a parede, esbarrar em móveis conhecidos, trocar o dia pela noite, sumir. Comportamento também é sinal neurológico, e merece atenção.

O cérebro do pet idoso

Envelhecer também afeta o cérebro. Doença neurodegenerativa tem sinais próprios, e reconhecer cedo muda muito a qualidade dos anos que vêm.

a consulta

Diagnóstico responsável

Diagnóstico responsável começa com uma avaliação detalhada. Cada paciente é único, e o atendimento também: é o exame que decide o caminho, não um protocolo pronto.

01

A história inteira

Quando começou, como foi, quanto durou, o que mudou na rotina. É aqui que a maioria das pistas aparece — e o vídeo, quando existe, vale ouro.

02

Exame neurológico

Reflexos, postura, marcha, nervos cranianos e sensibilidade. É o exame que localiza a lesão antes de qualquer imagem — feito com as mãos, sem dor e sem sedação.

03

Quando a cirurgia é indicada

Nem todo caso neurológico é cirúrgico, e nem todo caso cirúrgico pode esperar. Parte da consulta é justamente definir isso, com clareza e sem pressa.

04

Acompanhamento

Você sai entendendo o que o seu pet tem, por quê, e o que fazer a partir de agora.

05

Trabalho em equipe

Trabalho em parceria com o clínico que já acompanha o seu pet, sem substituir ninguém.

Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária

quem atende

Prazer, eu sou a Rafaella.

Sou médica-veterinária com atuação em neurologia, em Londrina.

Neurologia é a área em que a família mais chega com medo, e muitas vezes já ouviu que não há o que fazer. Nem sempre há cura, e eu digo isso na primeira consulta. Mas cuidado existe sempre — e é isso que muda os meses e os anos que vêm pela frente.

minha formação

  • Médica-veterinária — CRMV-PR 24198
  • Neurologia veterinária e terapia celular
  • Graduada pela UNOPAR · pós-graduação pelo Instituto Biothicus

Rafaella Brancalhão · médica-veterinária
Neurologia veterinária · CRMV-PR 24198

atendimento

Londrina e região

Onde atendo

Londrina e região. Confirmo a data disponível por mensagem.

Agendamento

consultascom hora marcada
contatopelo link de agendamento

Atende quem?

Cães e gatos com convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar ou mudança de comportamento — e também o pet idoso que começou a se perder em casa.

Já tem veterinário?

Ótimo. Atuo em parceria com o clínico que já acompanha o seu pet. Traga exames e histórico: adianta muito o caminho.

dúvidas frequentes

Antes de agendar

Quando levar o pet a uma consulta de neurologia?

Sempre que aparecer um dos quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar ou mudança de comportamento. Também vale quando o pet idoso começa a se perder em casa, trocar o dia pela noite ou parar de reconhecer a rotina.

Preciso de encaminhamento do meu veterinário?

Não é obrigatório, você pode agendar direto. Mas se o seu pet já tem um veterinário de rotina, traga exames e histórico — ajuda muito e evita repetir caminho. Atuo em parceria, não em substituição.

A doença dele tem cura?

Algumas têm, outras não. Prefiro ser honesta sobre isso desde a primeira consulta. O que posso garantir é que, mesmo sem cura, quase sempre há muito a fazer: controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e cuidar da qualidade de vida.

O que é terapia celular?

É um recurso complementar, indicado caso a caso, dentro de um plano de tratamento maior. Não substitui diagnóstico nem medicação, e não é indicada para todo paciente. Se fizer sentido para o seu pet, eu explico com clareza antes de qualquer decisão.

Como funciona o retorno?

O retorno é definido de acordo com a necessidade de cada paciente. Serve para revisar exames, acompanhar a evolução dos sinais e ajustar a conduta. Tudo é combinado com você durante a consulta!

NEUROLOGIA E TERAPIA CELULAR · LONDRINA/PR · NEUROLOGIA E TERAPIA CELULAR · LONDRINA/PR ·
neurologia veterinária · cães e gatos · londrina/pr

Mesmo quando não há cura, existe cuidado.

Convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar, mudança de comportamento. São quatro sinais de uma mesma área, e cada um pede investigação própria. Neurologia veterinária e terapia celular em Londrina e região.

Atuação em
neurologia
Londrina
e região
e região
Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária
RAFAELLA BRANCALHÃO
Neurologia
01 — Reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Uma especialidade, quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar e mudança de comportamento.

O que eu quero que fique claro

Mesmo quando não há cura

Parte das doenças neurológicas não tem cura, e dizer o contrário seria mentira. Mas não ter cura é muito diferente de não ter o que fazer: dá para controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e devolver qualidade de vida. Cuidado existe sempre.

Agendar consulta →
/01

Convulsão

Um dos quatro sinais clássicos da neurologia. Crise não é diagnóstico, é sinal — e tem investigação própria. Filme se conseguir: o vídeo ajuda muito.

/02

Terapia celular

Um recurso a mais dentro do plano de tratamento, indicado caso a caso e sempre com objetivo definido. Não substitui o diagnóstico nem o tratamento convencional: soma a eles.

/03

Dificuldade para andar

Arrasta a pata, cambaleia, perde força ou não sustenta o traseiro. É o sinal que mais assusta e o que mais tem hora certa de agir.

/04

Dor na coluna não é normal

Grito ao ser pego no colo, costas arqueadas, recusa de escada, tremor. Muita gente acha que é manha ou idade, e é dor — que tem causa e tem tratamento.

/05

Mudanças de comportamento

Ficar parado olhando a parede, esbarrar em móveis conhecidos, trocar o dia pela noite, sumir. Comportamento também é sinal neurológico, e merece atenção.

/05

O cérebro do pet idoso

Envelhecer também afeta o cérebro. Doença neurodegenerativa tem sinais próprios, e reconhecer cedo muda muito a qualidade dos anos que vêm.

02 — A consulta

Diagnóstico responsável

Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.

/01

A história inteira

Quando começou, como foi, quanto durou, o que já foi tentado e tudo aquilo que ajuda a entender o paciente.

/02

Exame neurológico

Reflexos, postura, marcha, nervos cranianos e sensibilidade. É o exame que localiza a lesão antes de qualquer imagem — feito com as mãos, sem dor e sem sedação.

/03

Quando a cirurgia é indicada

Nem todo caso neurológico é cirúrgico, e nem todo caso cirúrgico pode esperar. Parte da consulta é definir isso.

/04

Acompanhamento

Você entende o que encontramos, o que ainda precisamos investigar, como iremos tratar e como será o acompanhamento de cada etapa.

/05

Trabalho em equipe

Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária
03 — Quem atende

Prazer, eu sou a
Rafaella Brancalhão

Sou médica-veterinária com atuação em neurologia e terapia celular, CRMV-PR 24198, em Londrina e região. Graduada pela UNOPAR, sou monitora e aluna de pós-graduação em neurologia veterinária pelo Instituto Biothicus. Cada paciente é único, e o atendimento também: avaliação detalhada, olhar atento e atenção individual.

Minha formação
  • Médica-veterinária — CRMV-PR 24198
  • Neurologia veterinária e terapia celular
  • Graduada pela UNOPAR · pós-graduação pelo Instituto Biothicus
Médica-veterinária com atuação em
Neurologia
de cães e gatos · Londrina/PR
04 — Onde atendo

Londrina
e região

Consultas com hora marcada no Londrina — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.

Londrina/PR

Agendar consulta →
05 — Dúvidas frequentes
01Quando levar o pet a uma consulta de neurologia?

Sempre que aparecer um dos quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar ou mudança de comportamento. Também vale quando o pet idoso começa a se perder em casa, trocar o dia pela noite ou parar de reconhecer a rotina.

02Preciso de encaminhamento?

Não é obrigatório, você pode agendar direto. Mas se o seu pet já tem um veterinário de rotina, traga exames e histórico — ajuda muito e evita repetir caminho. Atuo em parceria, não em substituição.

03A doença dele tem cura?

Algumas têm, outras não. Prefiro ser honesta sobre isso desde a primeira consulta. O que posso garantir é que, mesmo sem cura, quase sempre há muito a fazer: controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e cuidar da qualidade de vida.

04O que é terapia celular?

É um recurso complementar, indicado caso a caso, dentro de um plano de tratamento maior. Não substitui diagnóstico nem medicação, e não é indicada para todo paciente. Se fizer sentido para o seu pet, eu explico com clareza antes de qualquer decisão.

05Como funciona o retorno?

O retorno é definido de acordo com a necessidade de cada paciente. Serve para revisar exames, acompanhar a evolução dos sinais e ajustar a conduta. Tudo é combinado com você durante a consulta!

neurologia

““Ele só está
manhoso.””

É o que mais escuto na primeira consulta. Dor na coluna não é manha nem é da idade, e quase sempre tem uma causa que dá para tratar.

Mais qualidade de vida para o seu pet

Conta o caso dele que a gente marca a consulta e descobre a causa juntos.

Agendar consulta →
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Mesmo quando não há cura, existe cuidado.

Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária Rafaella Brancalhão

Convulsão, dor na coluna e dificuldade para andar. Do primeiro sinal ao diagnóstico e ao tratamento, com acompanhamento próximo.

Atuação em
neurologia veterinária
Londrina
e região
01 — Reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Uma especialidade, quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar e mudança de comportamento.

O que eu quero que fique claro

Mesmo quando não há cura

Parte das doenças neurológicas não tem cura, e dizer o contrário seria mentira. Mas não ter cura é muito diferente de não ter o que fazer: dá para controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e devolver qualidade de vida. Cuidado existe sempre.

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/01

Convulsão

Um dos quatro sinais clássicos da neurologia. Crise não é diagnóstico, é sinal — e tem investigação própria. Filme se conseguir: o vídeo ajuda muito.

/02

Terapia celular

Um recurso a mais dentro do plano de tratamento, indicado caso a caso e sempre com objetivo definido. Não substitui o diagnóstico nem o tratamento convencional: soma a eles.

/03

Dificuldade para andar

Arrasta a pata, cambaleia, perde força ou não sustenta o traseiro. É o sinal que mais assusta e o que mais tem hora certa de agir.

/04

Dor na coluna não é normal

Grito ao ser pego no colo, costas arqueadas, recusa de escada, tremor. Muita gente acha que é manha ou idade, e é dor — que tem causa e tem tratamento.

/05

Mudanças de comportamento

Ficar parado olhando a parede, esbarrar em móveis conhecidos, trocar o dia pela noite, sumir. Comportamento também é sinal neurológico, e merece atenção.

/05

O cérebro do pet idoso

Envelhecer também afeta o cérebro. Doença neurodegenerativa tem sinais próprios, e reconhecer cedo muda muito a qualidade dos anos que vêm.

02 — A consulta

Diagnóstico responsável

Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.

/01

A história inteira

Quando começou, como foi, quanto durou, o que já foi tentado e tudo aquilo que ajuda a entender o paciente.

/02

Exame neurológico

Reflexos, postura, marcha, nervos cranianos e sensibilidade. É o exame que localiza a lesão antes de qualquer imagem — feito com as mãos, sem dor e sem sedação.

/03

Quando a cirurgia é indicada

Nem todo caso neurológico é cirúrgico, e nem todo caso cirúrgico pode esperar. Parte da consulta é definir isso.

/04

Acompanhamento

Você entende o que encontramos, o que ainda precisamos investigar, como iremos tratar e como será o acompanhamento de cada etapa.

/05

Trabalho em equipe

Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária
03 — Quem atende

Prazer, eu sou a
Rafaella Brancalhão

Sou médica-veterinária com atuação em neurologia e terapia celular, CRMV-PR 24198, em Londrina e região. Graduada pela UNOPAR, sou monitora e aluna de pós-graduação em neurologia veterinária pelo Instituto Biothicus. Cada paciente é único, e o atendimento também: avaliação detalhada, olhar atento e atenção individual.

Minha formação
  • Médica-veterinária — CRMV-PR 24198
  • Neurologia veterinária e terapia celular
  • Graduada pela UNOPAR · pós-graduação pelo Instituto Biothicus
Médica-veterinária com atuação em
Neurologia
de cães e gatos · Londrina/PR
04 — Onde atendo

Londrina
e região

Consultas com hora marcada no Londrina — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.

Londrina/PR

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05 — Dúvidas frequentes
01Quando levar o pet a uma consulta de neurologia?

Sempre que aparecer um dos quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar ou mudança de comportamento. Também vale quando o pet idoso começa a se perder em casa, trocar o dia pela noite ou parar de reconhecer a rotina.

02Preciso de encaminhamento?

Não é obrigatório, você pode agendar direto. Mas se o seu pet já tem um veterinário de rotina, traga exames e histórico — ajuda muito e evita repetir caminho. Atuo em parceria, não em substituição.

03A doença dele tem cura?

Algumas têm, outras não. Prefiro ser honesta sobre isso desde a primeira consulta. O que posso garantir é que, mesmo sem cura, quase sempre há muito a fazer: controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e cuidar da qualidade de vida.

04O que é terapia celular?

É um recurso complementar, indicado caso a caso, dentro de um plano de tratamento maior. Não substitui diagnóstico nem medicação, e não é indicada para todo paciente. Se fizer sentido para o seu pet, eu explico com clareza antes de qualquer decisão.

05Como funciona o retorno?

O retorno é definido de acordo com a necessidade de cada paciente. Serve para revisar exames, acompanhar a evolução dos sinais e ajustar a conduta. Tudo é combinado com você durante a consulta!

neurologia

““Ele só está
manhoso.””

É o que mais escuto na primeira consulta. Dor na coluna não é manha nem é da idade, e quase sempre tem uma causa que dá para tratar.

Mais qualidade de vida para o seu pet

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Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária
Rafaella Brancalhão cães e gatos
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Mesmo quando não há cura, existe cuidado.

Convulsão, dor na coluna e dificuldade para andar. Do primeiro sinal ao diagnóstico e ao tratamento, com acompanhamento próximo.

Atuação em
neurologia
Londrina
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01 — Reconhece algum destes?

Sinais que merecem investigação

Uma especialidade, quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar e mudança de comportamento.

O que eu quero que fique claro

Mesmo quando não há cura

Parte das doenças neurológicas não tem cura, e dizer o contrário seria mentira. Mas não ter cura é muito diferente de não ter o que fazer: dá para controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e devolver qualidade de vida. Cuidado existe sempre.

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Convulsão

Um dos quatro sinais clássicos da neurologia. Crise não é diagnóstico, é sinal — e tem investigação própria. Filme se conseguir: o vídeo ajuda muito.

/02

Terapia celular

Um recurso a mais dentro do plano de tratamento, indicado caso a caso e sempre com objetivo definido. Não substitui o diagnóstico nem o tratamento convencional: soma a eles.

/03

Dificuldade para andar

Arrasta a pata, cambaleia, perde força ou não sustenta o traseiro. É o sinal que mais assusta e o que mais tem hora certa de agir.

/04

Dor na coluna não é normal

Grito ao ser pego no colo, costas arqueadas, recusa de escada, tremor. Muita gente acha que é manha ou idade, e é dor — que tem causa e tem tratamento.

/05

Mudanças de comportamento

Ficar parado olhando a parede, esbarrar em móveis conhecidos, trocar o dia pela noite, sumir. Comportamento também é sinal neurológico, e merece atenção.

/05

O cérebro do pet idoso

Envelhecer também afeta o cérebro. Doença neurodegenerativa tem sinais próprios, e reconhecer cedo muda muito a qualidade dos anos que vêm.

02 — A consulta

Diagnóstico responsável

Cada pet tem uma história. A consulta é o momento de entender o que está acontecendo e definir, juntos, os próximos passos.

/01

A história inteira

Quando começou, como foi, quanto durou, o que já foi tentado e tudo aquilo que ajuda a entender o paciente.

/02

Exame neurológico

Reflexos, postura, marcha, nervos cranianos e sensibilidade. É o exame que localiza a lesão antes de qualquer imagem — feito com as mãos, sem dor e sem sedação.

/03

Quando a cirurgia é indicada

Nem todo caso neurológico é cirúrgico, e nem todo caso cirúrgico pode esperar. Parte da consulta é definir isso.

/04

Acompanhamento

Você entende o que encontramos, o que ainda precisamos investigar, como iremos tratar e como será o acompanhamento de cada etapa.

/05

Trabalho em equipe

Trabalhamos em conjunto com o médico veterinário que já acompanha seu pet e com outros profissionais envolvidos no caso, para alinhar as condutas e oferecer um cuidado integrado.

Dra. Rafaella Brancalhão, médica-veterinária
03 — Quem atende

Prazer, eu sou a
Rafaella Brancalhão

Sou médica-veterinária com atuação em neurologia e terapia celular, CRMV-PR 24198, em Londrina e região. Graduada pela UNOPAR, sou monitora e aluna de pós-graduação em neurologia veterinária pelo Instituto Biothicus. Cada paciente é único, e o atendimento também: avaliação detalhada, olhar atento e atenção individual.

Minha formação
  • Médica-veterinária — CRMV-PR 24198
  • Neurologia veterinária e terapia celular
  • Graduada pela UNOPAR · pós-graduação pelo Instituto Biothicus
Médica-veterinária com atuação em
Neurologia
de cães e gatos · Londrina/PR
04 — Onde atendo

Londrina
e região

Consultas com hora marcada no Londrina — e também on-line, para quem está longe. Manda mensagem contando o caso do seu pet que eu confirmo a data.

Londrina/PR

Agendar consulta →
05 — Dúvidas frequentes
01Quando levar o pet a uma consulta de neurologia?

Sempre que aparecer um dos quatro sinais: convulsão, dor na coluna, dificuldade para andar ou mudança de comportamento. Também vale quando o pet idoso começa a se perder em casa, trocar o dia pela noite ou parar de reconhecer a rotina.

02Preciso de encaminhamento?

Não é obrigatório, você pode agendar direto. Mas se o seu pet já tem um veterinário de rotina, traga exames e histórico — ajuda muito e evita repetir caminho. Atuo em parceria, não em substituição.

03A doença dele tem cura?

Algumas têm, outras não. Prefiro ser honesta sobre isso desde a primeira consulta. O que posso garantir é que, mesmo sem cura, quase sempre há muito a fazer: controlar crise, tirar dor, recuperar movimento e cuidar da qualidade de vida.

04O que é terapia celular?

É um recurso complementar, indicado caso a caso, dentro de um plano de tratamento maior. Não substitui diagnóstico nem medicação, e não é indicada para todo paciente. Se fizer sentido para o seu pet, eu explico com clareza antes de qualquer decisão.

05Como funciona o retorno?

O retorno é definido de acordo com a necessidade de cada paciente. Serve para revisar exames, acompanhar a evolução dos sinais e ajustar a conduta. Tudo é combinado com você durante a consulta!

neurologia

““Ele só está
manhoso.””

É o que mais escuto na primeira consulta. Dor na coluna não é manha nem é da idade, e quase sempre tem uma causa que dá para tratar.

Mais qualidade de vida para o seu pet

Conta o caso dele que a gente marca a consulta e descobre a causa juntos.

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